Uni, duni, tê, salamê, minguê...

Uni, duni, tê, salamê, minguê...
Materiais a partir de textos da tradição oral

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Oficinas...

Ando com muita, muita saudades das oficinas... Por conta do doutorado, depois do concurso, depois do tanto de coisa que fazemos na Universidade, ainda não consegui retomá-las...Nos últimos tempos têm acontecido apenas de forma pontual, breve, em um ou dois encontros, sem aquele tempo de dedicação que faz toda a diferença... "Uma terapia" diziam os participantes! 


Mas retomarei em breve, no contexto mesmo da UFBA, como Extensão, em diversos formatos.

Seja para os nossos estudantes, atividade ligada aos componentes de Estágios Supervisionados e de Alfabetização e Letramento - estou envolvida em ambos - seja para os estudantes interessados em geral, sejam ainda oficinas abertas ao público em geral, quero fazer esse compromisso comigo mesma e com vocês que me perguntam, escrevem, me provocam nos corredores da Faced...

Além disso, estou elaborando um projeto de pesquisa sobre jogos e materiais para alfabetização, ligada a meu grupo de pesquisa na Faced/UFBA, e articulada a essa pesquisa haverá também ações de Extensão nesse sentido. Falarei mais em breve. Já a apresentei em alguns eventos científicos, falta detalhar as ações e mandar ver!

Por ora serão oficinas presenciais - não há outro jeito para produzir material - mas quem sabe penso depois em um formato para contemplar quem está longe, não é? 

Enfim...o post é só um desabafo, uma promessa, um modo de me comprometer mais em fazer acontecer logo!

Ando muito, muito saudosa das oficinas! 

Abraço,
Lica

17 comentários:

  1. Maravilha, heim Lica!!!!!
    Dá um "jeitim" pra gente que está longe!
    O mundo tá muito corrido. Sinto falta da tesoura e do papel.
    Bjs,
    Ana

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    1. Eu também, Aninha, eu também...
      Bjossss

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  2. QUe legal!!Vamos aguardar com ansiedade!!
    Bjs

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  3. Ah!! Como eu queria ter essa oportunidade!!

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  4. Oh, Susana..."oh d'ont you cry for me..."
    Rsrsrsrsrs!!!
    Quero ver quando é que você vai fazer seu acervo, mesmo longe!!!
    Bjos
    Lica

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    1. Huuummm, eu quero fazer. E acho que esse ano eu faço. Vamos lá, estou com um 4º ano, mas as crianças estão ruinzinhas de escrita. Não paro de pensar em você, e nos materiais maravilhosos que tem no blog. Para você ter uma ideia, elas apresentam problemas em escritas na sonorização. Por isso pensei tenho que ir lá na Lica, e ver novamente o material dela, preciso fazê-lo. Ao mesmo tempo, preciso trabalhar textos, mas... alguns demooooram uma eternidade para fazer uma simples atividade, por exemplo, da reescrita "O cão e o osso". Uns nem se arriscam... outros são incríveis. Menina! Quanta bagunça na minha cabeça, parece que tudo que sei, já esqueci, rsrs...

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    2. E para ajudar eu tenho uma autista severa, com quadro de dificuldade na fala, mas ela já está alfabética...
      Poderia te mandar por e-mail umas escritas para você apenas me dar sugestões de jogos para trabalhar cada questão ortográfica?

      Tenho alunos que escrevem assim:
      "Que do ceco oin veno a cigarra foi na casa da fumiga papiti dece u poco de qumida" (Quando chegou o inverno a cigarra foi na casa da formiga para pedir que desse um pouco de comida)

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  5. Manda um email pra mim, Susana! Falamos por lá.
    Ou um inbox no Facebook.
    Bjos,
    Lica

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  6. Professora Liane, parabéns pelos seus riquíssimos trabalhos! Fiquei encantada, principalmente com essas histórias em forma de jogo. As crianças adoram propostas de atividades como essas. São ótimas para os alfabetizadores e professores de linguagem, como eu. Desta maneira poderemos inovar a nossa prática pedagógica, dando mais sentido e vida na nossa transposição didática. Um forte abraço! Maria Mônica Damascena - Jeremoabo - BA

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  7. Que bom que gostou, Mônica!
    Fico contente!
    Faça bom proveito...Tem muuuuuita coisa para explorar aqui, com calma!
    Temos que ir no caminho contrário ao que as escolas faziam e muitas vezes fazem: conseguem tornar chatas coisas que são gostosas e potentes!
    Abraço,
    Liane

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  8. Professora Liane, o blog está recheado de ótimas ideias. Estarei realizando nos próximos meses o Projeto Pais na escola, que visa enfatizar a importância do brincar infantil e a utilização de jogos lúdicos na sala de aula. Sem dúvidas utilizarei algumas das dicas postadas no blog para trabalhar com os alunos. Abraços!
    Att, Gilenildes Santana. Jeremoabo-BA

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  9. Agradeço o reconhecimento, Gilenildes!
    A tarefa que passei pra vocês não deixa de ter sido para dar um empurrãozinho para vocês começarem a explorar o blog.
    Espero mesmo que continuem visitando!
    E qualquer dúvida, pode escrever quando quiser, tá?
    Abç
    Liane

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  10. Boa tarde, professora Liane!
    Sou Selma Gomes de Carvalho, aluna do curso de Pós-graduação pela UFBA em Jeremoabo-Bahia.
    Depois das aulas ministradas por Vossa Senhoria fiquei mais convicta do quão se faz relevante o processo de alfabetização e construção do conhecimento da leitura/escrita. As propostas evidenciadas e alicerçadas nas teorias discutidas em sala me conduziram a uma desconstrução e (re)construção do que estudei e vivi como professora.
    É preciso mesmo "ENCANTAR" as crianças para que nelas nasça a vontade de descobrir o novo, de construir seu mundo. Aulas que explorem a oralidade através de músicas, histórias da tradição oral, provérbios, rimas... esse é o universo infantil e é nesse universo que o professor alfabetizador ou não deve penetrar se nutre o sucesso no seu trabalho.
    Seu entusiasmo, conhecimento, boa vontade, humildade e seriedade ARRASTA!
    Obrigada!!! Parabéns pelo belo trabalho que desenvolve e mais ainda por partilhar o seu conhecimento com o mundo.

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  11. Oi, Selma, muito obrigada pelas palavras, fico feliz de ver que o meu próprio entusiamo por essa "causa" ressoa em vocês e vai plantando sementes que, certamente, chegarão a nossas crianças.
    É muito gratificante sentir que isso chegou em vocês... Mas só chega assim mesmo, vivendo essa potência da linguagem, e não apenas falando dela. E acho que conseguimos isso aí, não é? E isso porque vocês "compraram a ideia" e mergulharam junto!
    Um abraço,
    Liane

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